Pirâmide alimentar mostra a alunos como escolher alimentos de forma equilibrada
28.01.2009
Vanessa Portes

Pirâmide montada por colagem por um
dos alunos participantes da oficina
No dia 1º de setembro, foi realizada na Escola Municipal Silva Braga uma oficina sobre nutrição com o tema
A Pirâmide dos Alimentos. Proferida pelas nutricionistas Erika Toassa, Patrícia Cruz e Ana Carolina Leme e pela graduanda em nutrição Thalita Moura, a oficina, que faz parte das atividades do Projeto Jovem Doutor Vila Dalva, contou com a participação de 20 alunos.
A pirâmide é um guia alimentar que permite a escolha dos alimentos de forma equilibrada. Ela apresenta oito grupos alimentares, categorizados conforme o seu principal nutriente. São eles: grupo do arroz, pão, massa, batata e mandioca; grupo das verduras e legumes; grupo das frutas; grupo dos feijões; grupo das carnes e ovos; grupo do leite, queijo e iogurte; grupo dos óleos e gorduras; grupo dos açúcares e doces.
A Pirâmide Alimentar Brasileira foi desenvolvida pela professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) Sonia Tucunduva Philippi, que também coordena o trabalho das nutricionistas.
“A forma piramidal demonstra que devemos consumir em maior proporção os alimentos que estão na base da pirâmide (grupo do arroz, pão...) e em menor proporção os que estão no topo (grupo dos óleos e gorduras e grupo dos açúcares), que são justamente os alimentos mais consumidos na faixa etária que estão os alunos: 11 a 13 anos, ou seja, a adolescência”, afirma Erika.
O intuito da oficina era fazer com que os alunos conseguissem reconhecer os grupos de alimentos e pudessem perceber quais grupos devem ser consumidos em maior ou menor proporção.
As nutricionistas levaram um banner da pirâmide alimentar e deram uma aula sobre o assunto. Houve grande participação dos alunos, que não hesitavam em perguntar e tirar suas dúvidas.
Durante a dinâmica, foi distribuída uma pirâmide em branco para cada aluno, além de cola e recortes de representações de alimentos. Os alunos, sentados em mesas redondas, tiveram que colar cada alimento no seu respectivo lugar na pirâmide dos alimentos.
“Uma das crianças, parente de uma das alunas integrantes do Projeto, sabia responder tudo o que perguntávamos. Foi muito gratificante ver uma menininha de sete anos arrasando nas respostas”, relata a nutricionista.
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